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2015-07-15

A revolução dos cocos - uma Ecorevolução (The Coconut Revolution)

A Revolução dos Cocos documenta a primeira e bem mais sucedida eco-revolução. Cansados de ver seu ecossistema ser destruído e seu povo explorado, a população da ilha de Bougainville se revolta contra uma das maiores mineradoras do mundo e sobrevive ao embargo econômico e social na ilha.
Criatividade, otimismo e força de vontade transformaram esse povo em um dos melhores exemplos de sustentabilidade e resistência.

Documentário com legendas em Português



   Excelente documentário The Coconut Revolution (A revolução dos cocos), que aborda os desdobramentos da Guerra Civil de Bougainville - também chamada de Revolução dos Cocos. Bougainville é uma ilha  coberta por florestas úmidas, localizada no Oceano Pacífico - a maior do Arquipélago "Ilhas Salomão" - e faz parte de Papua Nova Guiné.

De 1989 a 1997, Bougainville foi palco de uma sangrenta guerra civil, que teve início porque a população se manifestou contra a exploração de uma imensa mina de cobre (a maior em céu aberto do mundo) pela mineradora britânica Rio Tinto Zinc. A mineração provocou a devastação de enorme área florestal, deslocou a população para uma vila desprovida de infraestrutura básica (os próprios moradores tiveram que construir uma escola) e a poluição do Rio Jaba, contaminado com cobre, mercúrio, chumbo e arsênico - resíduos da mina; todo esse impacto sócio-ambiental sem oferecer compensação aos habitantes locais.

Imagem da mina de cobre em Bougainville
      Houve diversos enfrentamentos entre guerrilheiros locais e o exército de Papua Nova Guiné, deixando um saldo de cerca de 15.000 mortos. A principal reivindicação era a independência de Bougainville. Foi imposto um embargo total à Ilha, durante os anos de guerra civil, para que se enfraquecesse e desistisse da luta.  

Coco - a salvação de Bougainville
    Essa é a parte mais interessante da história. Em vez do enfraquecimento esperado pelo governo de Papua Nova Guiné, os bougainvilleanos buscaram soluções alternativas na natureza local. O documentário mostra como eles produziram uma agricultura independente, energia elétrica a partir da água e combustível através do coco - daí vem o nome "Revolução dos Cocos". Peça chave nas estratégias de sobrevivência elaboradas pelos nativos (como bebida, medicamento, acessório para cozinhar e limpar armas), o coco foi utilizado também como fonte para movimentar os veículos, por meio de um processo que o transforma em óleo combustível. O mais animador nessas iniciativas é que são limpas do ponto de vista ecológico. A necessidade obrigou a população a usar sua inventividade para sobreviver, a partir do que o ambiente local oferecia. E as alternativas encontradas basearam-se em tecnologias suaves, de interação responsável com o meio. É muito importante a fala de um dos líderes locais, mais ou menos assim: "nós agradecemos o embargo, porque levou ao nosso desenvolvimento". Esse episódio, guardadas as devidas proporções, e sem endeusar ingenuamente os revolucionários bougainvilleanos, nos mostra que um outro tipo de desenvolvimento é possível. No mínimo, serve para pensarmos no potencial de uma cultura que utilizasse com mais cuidado e responsabilidade os elementos naturais. A vida além do capitalismo... é possível...
 

2014-09-07


Protected Intersections For Bicyclists
from Nick Falbo on Vimeo.

Tener ciclovías bien diseñadas no es un deseo sólo de los ciclistas, sino una necesidad para que las ciudades tengan una opción de transporte sustentable. Si consideramos que sólo para este 2014  se calcula que la venta de bicicletas en Chile crecerá un 20%, se hace más importante aumentar la infraestructura ciclista para cubrir la demanda ciclista.
Para no repetir ciertos problemas de diseño, un buen ejercicio es aprender de la experiencia de otros países.
El video, hecho por el planificador estadounidense Nick Falbo, muestra una propuesta para hacer más seguras las intersecciones para los automovilistas, ciclistas y peatones.

En el video, Falbo explica que las ciclovías que sólo están separadas de los autos por una línea no son seguras como sí lo son aquellas que están aisladas por estacionamientos u obstáculos. Sin embargo, en cualquiera de los dos casos, las intersecciones son un tema que aún no se resuelve de manera segura.


Entre Rios


ENTRE RIOS from Caio Ferraz on Vimeo.

Entre Rios conta de modo rápido a história de São Paulo e como essa está totalmente ligada com seus rios. Muitas vezes no dia-a-dia frenético de quem vive São Paulo eles passam desapercebidos e só se mostram quando chove e a cidade pára. Mas não sinta vergonha se você não sabe onde encontram esses rios! Não é sua culpa! Alguns foram escondidos de nossa vista e outros vemos só de passagem, mas quando o transito pára nas marginais podemos apreciar seu fedor. É triste mas a cidade está viva e ainda pode mudar!

O video foi realizado em 2009 como trabalho de conclusão de Caio Silva Ferraz, Luana de Abreu e Joana Scarpelini no curso em Bacharelado em Audiovisual no SENAC-SP, mas contou com a colaboração de várias pessoas que temos muito a agradecer.

Mais info? http://vimeo.com/14770270

2014-07-15

Mundo Musica para EcoNotícias #2 - 2014


Vivemos num mundo cheio de bandeiras, onde o nacionalismo extremo faz uma pessoa ter orgulho de algo que não fez e odiar pessoas que não conhece. Essa frase, de autoria desconhecida, nos faz pensar.

Nas voltas que dei pelo mundo, me dei conta que somos todos "farinha do mesmo saco", diferentes sim, porque cada pessoa é única, mas no fim, todos iguais. Nossas diferenças nos fazem especiais e singulares, nem piores nem melhores.

Viajando pela Alemanha, aprendi que um gesto tão simples como sentar no vaso sanitário para mijar muda muita coisa, além de ser mais cômodo, salpica menos e evita que nossas mulheres e mães nos deem bronca dizendo que devemos levantar a tampa da privada.

Perdemos a Copa, mas espero que nos próximos jogos olímpicos haja no Brasil esta alegria de se juntar para ver uma partida de ping-pong ou uma luta de judô, sem brigas e palavrões. Que seja realmente uma união de pessoas de mentes ativas e sem preconceitos, sem rivalidades que machucam.Fala-se muito que o esporte une as pessoas, mas isso parece que não se aplica ao futebol.

Este mês trago 12 músicas de diferentes partes do mundo. Não importa se você é de Camarões ou Alemanha, o importante é se divertir porque no fim da vida todos vamos para um lugar comum: debaixo da terra. E somente ela nos fará realmente irmãos.

Pense nisso dançando!


Malungo é Dj, pai, filho, irmão e adora pastel de carne seca com caldo de cana.


Visite: www.movieco.org.br

Foto by: Laura Colomé www.lauracolome.com

2014-07-04

Samsara


From SAMSARA producer Mark Magidson: 
"We are happy this clip has struck a chord with so many people, and we hope that the interest in this clip will lead viewers to see SAMSARA in its entirety. This clip represents only 6 minutes from a 100 minute long film, which was photographed in 25 countries and explores many other diverse aspects of the human experience. We would love for viewers to experience SAMSARA as a whole."


Samsara es una película no narrativa creada por los cineastas Ron Fricke y Mark Magidson. Es la secuela de la aclamada cinta Baraka, de 1992, que también fue dirigida por Fricke y producida por Magidson.
El término saṃsāra es una palabra en sánscrito que significa 'mundo' o 'existencia cíclica', pero es usada a menudo para describir actividades mundiales. Según el propio Fricke, el filme ahonda en su tema favorito: la relación de la humanidad con la eternidad.2 Tal como Baraka, esta obra fue rodada con película de 70 milímetros usando el sistema Panavision System 65 y utiliza música para impulsar la historia.

2014-06-02

2014-05-06

Look Up - A spoken word film for an online generation.

'Look Up' is a lesson taught to us through a love story, in a world where we continue to find ways to make it easier for us to connect with one another, but always results in us spending more time alone. 

 
 
Written, Performed & Directed by Gary Turk.

Featuring Louise Ludlam & Stuart Darnley.
Original score by New Desert Blues.
Sound engineering by Daniel Cobb.
Filmed and edited by Gary Turk.

www.garyturk.com
www.twitter.com/gary_turk
www.newdesertblues.com

Copyright © 2014 Gary Turk
All Rights Reserved

2014-04-18

Quebrando o Tabú

Há 40 anos os EUA levaram o mundo a declarar guerra às drogas, numa cruzada por um mundo livre de drogas. Mas, os danos causados pelas drogas nas pessoas e na sociedade só cresceram. Abusos, informações equivocadas, epidemias, violência e o fortalecimento de redes criminosas são os resultados da guerra perdida numa escala global. Num mosaico costurado por Fernando Henrique Cardoso, Quebrando o Tabu escuta vozes das realidades mais diversas do mundo em busca de soluções, princípios e conclusões. Bill Clinton, Jimmy Carter e ex-chefes de Estado, como Colômbia, México e Suíça, revelam porque mudaram de opinião sobre um assunto que precisa ser discutido e esclarecido. Do aprendizado de pessoas comuns, que tiveram suas vidas marcadas pela Guerra às Drogas, até experiências de Dráuzio Varella, Paulo Coelho e Gael Garcia Bernal, Quebrando Tabu é um convite a discutir um problema com todas as famílias.

2014-04-17

Bye Bye Barcelona!

Bye Bye Barcelona es un documental acerca de una ciudad y su relación con el turismo, acerca de la difícil convivencia entre Barcelona y los barceloneses, y el turismo y los turistas. Es un documental que expone, de la mano de algunos de sus residentes, los graves efectos que tiene el turismo masivo en la ciudad condal. Es un documental que puedes ver entero, o por capítulos y a tu ritmo, y que no pretende otra cosa que servir de contrapunto a la tan repetida idea de que con el turismo ganamos todos. Este es un documental sobre lo que perdemos.
Si les gusta, comenten y compartan este documental.

// contacto: eduardochibas.es //

Bye Bye Barcelona is a documentary about a city and it's relationship with tourism, about the difficult coexistence between Barcelona and it's people with tourism and tourists. It is a documentary that exposes through the thoughts of some of it's residents, the grave effects that mass tourism has in the city. You can watch this documentary from beginning to end, or you can watch it through it's chapters and at your own rhythm. It's sole purpose is to serve as counterweight to the much repeated idea that tourism is a win-win business. This documentary is about what we lose because of it.
If you like this documentary, please share it and leave a comment.
 

2014-04-16

Facebook must die!

Here's What Facebook Is Doing to Your Brain. It's Kind of Shocking!
We live in the age of social media, an age where we collect friends like stamps. However, there seems to be a connection between using social networks and being lonely.



The Innovation of Loneliness
from Shimi Cohen on Vimeo.

2014-03-17

Ecovilas Brasil

Ecovilas Brasil é um projeto para documentar o que é e como funcionam algumas Ecovilas no país. Serão visitadas Ecovilas, aonde serão realizadas entrevistas com moradores, visitantes e as comunidades ao redor, para conhecer a visão de mundo das pessoas que estão vivendo ou fazendo contato com esse estilo de vida.

O Mundo vem caminhando para uma grande Crise de Sustentabilidade (Educação, Saúde, Impacto ambiental, Economia, etc…), onde várias soluções tem sido propostas. As Ecovilas certamente podem fazer parte desta lista de soluções. Em 1998, as Ecovilas foram nomeadas oficialmente pela ONU como uma entre as 100 melhores práticas para o Desenvolvimento Sustentável.


Ecovilas Brasil
from COM Cultura para Sustentabilidad on Vimeo.


Esse projeto busca entender quais aspectos e valores as Ecovilas estão trazendo para a humanidade e como estes podem colaborar para uma Mudança de Paradigma do nosso modelo civilizatório. Serão coletadas informações, depoimentos, imagens e comentários sobre várias questões que compõe a Crise de Sustentabilidade e suas possíveis soluções, pretende-se assim compreender como este modo de vida pode irradiar suas conquistas, discutir suas dificuldades e interagir com o restante da sociedade, outras ecovilas, vida rural e com a vida nas cidades.

Serão visitadas Ecovilas nas regiões Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Pretende-se passar por pelo menos 8 Ecovilas, dentre elas: Visão Futuro; Piracanga; TerraUna; Montanha; El-Nagual. Além disso, preços, caronas e hospedagens solidárias poderão proporcionar que mais lugares entrem no roteiro, aumentando a riqueza da diversidade do projeto.

2013-11-11

Swedes Develop Invisible Bike Helmet!



You know what kind of sucks about riding a bike? Other than all that pedaling? Bike helmets. Sure, they keep that overrated "brain" from getting splattered, but they take a lot of the open-air-joy out of things, and they're not comfortable. A pair of Swedish women have developed a remarkable solution: the invisible bike helmet.

Tired of strapping ugly, uncomfortable styrofoam-and-plastic turtle shells to their heads, the pair came up with a pretty revolutionary solution that does manage to give you full head protection without, remarkably, wearing anything on your head.

I'd like to just come out and tell you the secret of how their Hövding helmet works, but this video does such a nice job of building suspense I kind of don't want to ruin it. So I won't post any pictures showing the operation, and don't follow that link to their site if you don't want to spoil a minor surprise.P

Once you see how it works it all makes sense, and is a very clever solution that draws from a number of technologies that are well-established and familiar.


If you're so jaded that the tiny joy of a mild surprise doesn't appeal to you, click away.
Regardless of how wrong they are about discounting cars in the future, they've done a pretty impressive job with the design and engineering of this, and I wish them all sorts of luck.

Support Bikes vs Cars Kickstarter campaign at kickstarter.com/projects/fredrik-gertten/bikes-vs-cars-we-are-many, WE ARE MANY.

2013-11-05

Food Inc. documentary - 2008

El tema de este documental nos debe hacer reflexionar, no en que si debemos ser vegetarianos o no, sino en como nos alimentamos, la mayoría de los países latinoamericanos tenemos la ventaja de poseer todavía algo de comida natural en los mercados, cocinamos y comemos con nuestras familias en casa, nuestra decisión en el momento de elegir los alimentos nos afecta, las grandes compañías alimenticias no podrán ser eliminadas pero procuremos estar fuera de sus filas cuidemos a nuestros hijos.


Food, Inc. is a 2008 American documentary film directed by Emmy Award-winning filmmaker Robert Kenner.[3] The film examines corporate farming in the United States, concluding that agribusiness produces food that is unhealthy, in a way that is environmentally harmful and abusive of both animals and employees. The film is narrated by Michael Pollan and Eric Schlosser. 

The film's first segment examines the industrial production of meat (chicken, beef, and pork), calling it inhumane and economically and environmentally unsustainable. The second segment looks at the industrial production of grains and vegetables (primarily corn and soy beans), again labeling this economically and environmentally unsustainable. The film's third and final segment is about the economic and legal power, such as food labelling regulations of the major food companies, the profits of which are based on supplying cheap but contaminated food, the heavy use of petroleum-based chemicals (largely pesticides and fertilizers), and the promotion of unhealthy food consumption habits by the American public.[3][6] It shows companies like Wal-Mart transitioning towards organic foods as that industry is booming in the recent health movement.

* For more information visit: http://en.wikipedia.org/wiki/Food,_Inc.

ADD'L LINKS:
http://robertkennerfilms.com/
http://www.FixFood.org/
https://twitter.com/#!/onditimoner
http://www.facebook.com/thelip.tv
http://www.facebook.com/BYODOC
http://thelip.tv/

2012-09-20

El ignorado articulo publicado en Alemania sobre la situación real de España

Traducción de un artículo publicado en varios periódicos económicos alemanes, por su corresponsal en España:

Hoy, 6 de septiembre, se encuentran en Madrid los gobiernos de Alemania y España, acompañados de un nutrido grupo de empresarios, y donde seguro
hablarán sobre las condiciones para poder otorgar más ayudas financieras a España o a su sistema bancario.

En los dos lados se ha elevado el tono en los últimos meses y es con gran expectación que España espera ahora la decisión que va a tomar el Tribunal Constitucional alemán, que esa sí es crucial, el día 12, sobre la conformidad o no del rescate europeo y las obligaciones derivadas para los alemanes.

En Alemania crece la crítica contra la supuesta “mentalidad de fiesta” de los españoles; en España los medios cada vez son más negativos con la supuesta dureza de la canciller Merkel.

Pensamos que la situación es mucho más compleja de lo que presentan ambos gobiernos y la mayoría de los medios.

España no es Grecia, pero España puede ser un paciente crónico si Alemania, junto con Europa, no contribuye a solucionar sus verdaderos problemas.

España no debería recibir más dinero sin que se cambie a fondo el sistema político y económico, hoy en manos de una oligarquía política aliada con la oligarquía económica y financiera, y sin que se aumente la participación ciudadana real en las decisiones políticas.

Para no perpetuar la crisis y endeudar a los españoles durante generaciones, el Gobierno español debe reformar a fondo la administración de las comunidades autónomas y los ayuntamientos, en su mayoría en bancarrota y completamente fuera de control, sometiendo a referéndum el modelo de Estado.

Este tema es la clave del futuro de España, porque las regiones, ayuntamientos y diputaciones son los responsables de los dos tercios del gasto público-234.000 millones frente a 118.000 el Estado en 2011-, excluyendo la Seguridad Social -23.000 millones-, y este gasto se realiza en condiciones de descontrol,despilfarro y corrupción totalmente inaceptables.

Las razones verdaderas de la crisis del país, en consonancia con lo dicho,
nada tienen que ver con salarios demasiado altos -un 60 % de la población ocupada gana menos de1.000 euros/mes-, pensiones demasiado altas -la pensión media es de 785 euros, el 63% de la media de la UE -15- o pocas horas de trabajo, como se ha trasmitido a veces desde Alemania.

España tampoco le falta talento, ni capacidad empresarial ni creatividad.
Tiene grandes pensadores, creativos, ingenieros, médicos excelentes y gestores de primer nivel.

La razón de la enfermedad de España es un modelo de Estado inviable,fuente de todo nepotismo y de toda corrupción, impuesto por una oligarquía de partidos en connivencia con las oligarquías financiera y económica,  y con el poder judicial y los organismos de control a su servicio.

En España no existe separación de poderes,ni independencia del poder judicial,ni los diputados representan a los ciudadanos, solo a los partidos que los ponen en una lista.
Todo esto lleva también a una economía sumergida que llega al 20% del PIB y que frena la competencia, la eficacia y el desarrollo del país.

Además, detrae recursos con los que podrían financiarse educación y sanidad.
Las ayudas para España, igual que para otros posible candidatos de rescates,no deben ir a bancos ya casi en bancarrota y fuertemente politizados.

En la CAM, el Gobierno ha comprometido 16.000 millones de dinero público en lugar
de cerrarla; en Bankia, 23.000, y el Ejecutivo acaba de darle 5.000 millones urgentemente para cubrir pérdidas en vez de cerrarla, y además de forma tan extraña que despierta todo tipo de recelos.
¿Por qué se ha utilizado el dinero de los españoles (FROB) en vez de esperar los
fondos de la UE?
Es lícito suponer que la razón es la siguiente: los bancos no quieren que la UE investigue sus cuentas.

Control estricto y duras condiciones:

Ya el caso de Grecia ha demostrado que las ayudas europeas tienen que estar vinculadas a un control estricto y condiciones duras.

Esas condiciones no pueden solamente representar recortes sociales o subidas brutales de impuestos, como hace ahora el Gobierno de Mariano Rajoy con la excusa de Europa.

Se tiene que cambiar más en España que cortar gasto social, que de todos modos es mucho más bajo que en Alemania, y hay otros gastos infinitamente más relevantes que se pueden eliminar.
Además, los casos de corrupción resultan tan escandalosos, incluso en el propio Gobierno, que uno solo puede llegar a una conclusión: el dinero de Europa no puede ser manejado por  personas tan increíblemente venales.

La pasada semana el ministro de Industria Soria - imputado también por corrupción urbanística en Canarias - acusó al ministro de Hacienda en el Consejo de Ministros de favorecer descaradamente a la empresa líder de renovables, Abengoa, de la que había sido asesor, en la nueva regulación de estas energías, que reciben más de 7.000 millones de euros de subvenciones anualmente.

Y Rajoy, al que entregó una carta probatoria, ni dijo ni hizo absolutamente nada.

No puede permitirse por más tiempo este nivel de corrupción, y menos aún a 17 regiones funcionando como estados independientes, con todos los organismos multiplicados por 17, desde 17 servicios meteorológicos a 17 defensores del pueblo, con 200 embajadas, 50 canales de TV regionales en pérdida, 30.000 coches oficiales o 4.000 empresas públicas que emplean a 520.000 personas, creadas específicamente para ocultar deuda y colocar a familiares y amigos sin control ni fiscalización alguna.

En conjunto, unos 120.000 millones, equivalentes al 11,4% del PIB, se despilfarran anualmente en un sistema de nepotismo, corrupción y falta de transparencia.

Y con esto se tiene que acabar, entre otras cosas, porque ya no hay dinero.Los últimos datos de las cuentas públicas conocidos la pasada semana son escalofriantes.

El déficit del Estado a julio ascendió al 4,62% del PIB, frente a un déficit del 3,5% comprometido con la UE para todo el año (del 6,3% incluyendo regiones y ayuntamientos).

Pero lo realmente inaudito es que España está gastando el doble de lo que ingresa :101.000 millones de gasto a julio frente a 52.000 millones de ingresos, y precisamente para poder financiar el despilfarro de regiones y ayuntamientos, que no están en absoluto comprometidos con la consolidación fiscal.

El tema del déficit público es algo que roza la ciencia ficción, y que ilustra perfectamente la credibilidad de los dos últimos gobiernos de España.

En noviembre de 2011, el Gobierno dijo que el déficit público era del 6% del PIB; a finales de diciembre, el nuevo Gobierno dijo que le habían engañado y que el déficit era superior al 8%, y que se tomaba tres meses para calcularlo con toda precisión.

A finales de marzo, se dijo que definitivamente era del 8,5%, y ésta fue la cifra que se envió a Bruselas.

Dos semanas después, la Comunidad de Madrid dijo que sus cifras eran erróneas y el Ayuntamiento de la capital igual… el déficit era ya del 8,7%.

Sin embargo, la semana pasada el INE dijo que el PIB de 2011 estaba sobrevalorado y, con la nueva cifra, el déficit era del 9,1%; dos días después, Valencia dijo que su déficit era de 3.000 millones más; o sea, que estamos en el 9,4% y las otras 15 CCAA y 8.120 ayuntamientos aún no han corregido sus cifras de 2011.

Lo único que sabemos es que están todas infravaloradas.

El déficit real de 2011 puede estar por encima del 11%, y en 2012 se esta gastando el doble de lo que se ingresa. 

Como dice el Gobierno de Rajoy, “estamos en la senda de convergencia”.
Y es verdad… de convergencia hacia Grecia.


Claramente, la joven democracia española tiene todavía muchos déficits de representatividad y de democracia que deberían interesar a la canciller Merkel y también a Europa, si queremos evitar una Grecia multiplicada por cinco y salvar el euro.

Esto es lo que ha hecho posible el despilfarro masivo de las ayudas europeas, con una asignación disparatada de las mismas, a pesar de que estas ayudas han supuesto una cifra mayor que la del Plan Marshall para toda Europa.

Es frustrante que a causa de este sistema oligárquico nepotista y corrupto se destroce talento y creatividad y que ahora muchos jóvenes se vean forzados a trabajar fuera, muchos en Alemania.
Esa situación nos ha llevado a una distribución de riqueza que es de las más injustas de la OECD. 

La antaño fuerte clase media española está siendo literalmente aniquilada.

Resumiendo: no es una falta de voluntad de trabajo, como se piensa tal vez en algunos países del norte de Europa, lo que hace que España sufra la peor crisis económica de su Historia.

Es un sistema corrupto e ineficiente.

La crítica del Gobierno alemán y sus condiciones para un rescate de España se deberían concentrar en la solución de esos problemas.

En caso contrario, solo conseguirán que una casta política incompetente y corrupta arruine a la nación para varias generaciones.

*Stefanie Claudia Müller es corresponsal alemana en Madrid y economista.

Aquí os dejo la fuente

2012-08-15

¡Madre de Dios, echa a Putin!

Free Pussy Riot! #freepussyriot from Peaches on Vimeo.

Sign: www.change.org./freepussyriot
Donate: www.freepussyriot.org

Berlin, August 8th 2012: About 400 people joined Peaches on the street to show support for the members of Russian conceptual art punk activist band, Pussy Riot, 3 of which are on trial for performing a "punk prayer" against President Vladimir Putin.
In addition, people from all over the world have contributed their own mini-protest videos calling for the release of Pussy Riot.

Sign the petition!!!
www.change.org./freepussyriot

Free Pussy Riot! Written and Produced by Peaches and Simonne Jones . Mixed and Mastered by Nadine Neven. Special Thanks to Taylor Savvy.

Video edited by Robin Thomson. Special thanks to Kate Nash, The Knife, Lykke Li, Miike Snow, Peter Bjorn and John, Light Asylum, Deichkind, The Hives, Dave Catching(EODM), Screamclub, J D Samson, Marshall Crenshaw, Wayne Kramer, Bonaparte, Margaret Cho, Dave Hill, Nick Zinner, Jake Shears, Bun E Carlos, Narcissister, Sheila Chipperfield, Bronson Hankins, John Renaud, Fya Hopelezz, Margaret Saadi Kramer, Miss Guy, Sir Honey Davenport, Saskia Hann, Empress Stah, Vice Cooler and all the video submitters from around the world! WE ARE ALL PUSSY RIOT



Maria, Nadezhda y Ekaterina son tres chicas rusas que forman parte de un grupo punk llamado “Pussy Riot”. A través de su música reivindican el papel de las mujeres en Rusia y denuncian la corrupción del Gobierno de Putin y la creciente falta de libertades en el país. Convencidas de la necesidad de defender un derecho a la libertad de expresión cada vez más arrinconado en Rusia, quisieron denunciar el mal gobierno de Putin y el apoyo que le brinda la Iglesia Ortodoxa cantando una “oración punk” en el interior de una Catedral ortodoxa de Moscú: “Madre de Dios, echa a Putin”.
Esta atrevida acción fue detenida de inmediato por varios fieles que se encontraban en el interior del templo en esos momentos. A pesar de sentirse molestos, estos no le dieron mayor importancia. Pero el Gobierno ruso no pensaba así. No iba a tolerar que tres chicas fomentasen la critica abierta contra Putin. Ahora Maria, Nadezhda, y Ekaterina están encarceladas a la espera de una dura sentencia, acusadas de gamberrismo. Firma esta petición para unirte a la campaña por su liberación que impulsan varios artistas y activistas internacionales.
Simone Jones, Peaches y los demás artistas y activistas que han iniciado esta campaña creen que los cargos y las sanciones en contra de María, Nadezhda y Ekaterina no son otra cosa que un movimiento político de las autoridades y la Iglesia ortodoxa con el fin de mantener el control sobre el pueblo ruso y sembrar el miedo entre los librepensadores, los activistas políticos y los artistas rusos.
Por eso te piden que antes de que su sentencia sea conocida el próximo viernes, te unas a ellos apoyando esta petición dirigida a las autoridades políticas y judiciales rusas. Fírmala ahora.
Si como estos activistas y artistas crees que la discusión, el debate y el activismo son piedras angulares de una sociedad libre, firma esta petición antes de que sea demasiado tarde. Solo los ciudadanos del mundo unidos para presionar a Rusia podrán conseguir que Maria, Nadezhda, y Ekaterina vean de nuevo la libertad.
 Gracias,
Fabio y el equipo de Change.org

2012-08-09

McDonald´s al descubierto en un reportaje de TV


Recientemente en una cadena televisiva alemana, Der Markencheck realizó una radiografía de McDonald´s sacando a la luz sus entresijos. En el documental se practica una biopsia a los productos empleados, condiciones laborales de sus trabajadores y a las tácticas de su marketing.

El “enganche” de adeptos para el futuro se consigue con la creación de menús “Happy Meal” e “incluyendo en ellos los atrayentes juguetes, que para los niños son más importantes que la comida. 

En un experimento mediante un sensor colocado en los ojos de los niños se averigua que elementos captan especialmente la atención de los niños cuando entran en un establecimiento de comida rápida.

La cacareada salubridad de los productos queda como era de esperar en entredicho. el equilibrio nutricional en los menús no es el adecuado sobre todo si se habla de carne. Más de 4.000 empresas son actualmente proveedoras de los famosos “Nuggets” de McDonald’s. Entre tanto proveedor se les “cuelan” productores y distribuidores como la empresa Wiesenhof, implicada en el pasado en una denuncia por maltrato animal. 

“MacMierda” tampoco se libra de practicar los abusos laborales. Los contratos de McDonald’s contienen una cláusula que obliga al trabajador a pagar de su propio bolsillo los descuadres en la caja. Además, a menudo se firman contratos en los que el empleado percibe menos de 8 euros a la hora, despidos sin previo aviso…etc, etc, son algunas de las habituales prácticas llevadas a cabo en “MacMierda”.

Ver el documental alemán traducido al español.

 
 
Texto extraído de la web RECETAS MIERDEURISTAS

2012-06-07

El mundo según Monsanto...




El mundo según Monsanto (Le monde selon Monsanto), de la dioxina a los OGM, una empresa que le desea lo mejor, es un documental francés de 2008 de Marie Monique Robin sobre la multinacional Monsanto, la historia de la compañía y sus productos comerciales; como el PCB, los OGM, el Agente Naranja, la Hormona bovina o Somatotropina bovina, y su popular Roundup (Glifosato). Conducido por Arte France, Image et Campagnie, Producctions Thalie, Office national du Canadá, WDR, con una duración de 108 minutos.
El mundo según monsanto también es un libro de investigación escrito por la misma autora el 6 marzo del 2008, traducido a 11 lenguas. Marie Monique Robin es ganadora del premio Noruego "Rachel Carson Prize" de 2009 dedicado a mujeres ambientalistas.1

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